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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A belíssima Guimarães


Considerada o berço da nação portuguesa, Guimarães faz jus a fama turística que tem, linda, cheia de atrações, com boa comida, boas cafeterias, agrada a todos.

Chegando a Guimarães, pegamos um táxi direto para o Castelo de Guimarães.








O castelo só abriria para visitação às 10 horas, mas já tinha muitos grupos de turistas de toda a Europa por lá. O ingresso custou 6 euros, o que dava direito a visitar o Paço dos Duques (ao lado) e o castelo.





O Paço dos duques de Bragança e Guimarães data do século XV e era o local de moradia de D. Afonso, primeiro Duque de Bragança. Foi habitado principalmente no século XV, sendo abandonado em seguida, passou por restauração no século XX, sendo um dos locais mais visitados de Portugal.




A visita passa por inúmeras salas onde o duque recebia a população e também seus colaboradores, a sala de banquetes, dormitórios, capelas. Todas as salas possuem tapeçarias, móveis e cerâmicas lindíssimas.

A construção é linda, com inúmeros detalhes, a gente se sentiu no século XV de verdade, só faltaram as vestimentas.



Ao sair do Paço dos Duques, visitamos o Castelo de Guimarães, datado do século X, foi construído para proteção do então Condado Portucalense. Segundo a tradição, D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal nasceu e foi batizado em Guimarães, o que dá a cidade o título de Berço de Portugal.




Durante a visita, na torre do castelo, é passado um vídeo em desenho animado muito legal e engraçado contando um pouco da vida de D. Afonso Henriques. É curtinho e vale a pena parar para assistir.


Logo após a saída do castelo, vê-se a Igreja de São Miguel do Castelo (ao lado), onde supostamente D. Afonso foi batizado. Esse conjunto de construções, além de lindo, é de uma riqueza histórica imensa. Se você visitar o norte de Portugal, precisa visitar esse lugar.







Acabamos a visita por volta de meio dia e fomos a pé para a cidade histórica, patrimônio mundial da UNESCO desde 2001, uma coisa linda de ver! ruinhas estreitas, casas de 2 ou 3 andares todas juntinhas e conservadas. Há vários restaurantes, principalmente no largo das Oliveiras, onde fica a igreja de nossa Senhora da Oliveira e uma construção gótica chamada de Padrão do Salado erguido a pedido de D. Afonso IV em 1340. Permita-se perder-se por essas ruas, entre numa casa de doces típicos portugueses e aproveite; nós entramos na Divina Gula, onde na vitrine tinha lindos Toucinhos do Céu, um doce com massa de amêndoas cobertos com farinha (eu achei que era açúcar!), que, em minha opinião é mais bonito que gostoso, mas valeu experimentar.











Após o almoço, seguimos pelo Largo do Brasil, fora do centro histórico, até a igreja Nossa Senhora da Consolação e de lá caminhamos até o teleférico de Guimarães, que leva ao Santuário da Penha, um conjunto arquitetônico com igreja, hotel, restaurantes e uma área verde muito bonita para fazer caminhadas, tudo isso no Monte da Penha, um ótimo mirante de toda a cidade de Guimarães.






Descemos pelo teleférico e voltamos de táxi para a estação de trens.

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