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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Lisboa - Castelo de São Jorge e Chiado




Castelo de São Jorge e Chiado

Se você é avesso a filas, chegue cedo ao Castelo de São Jorge, porque as filas para compra de bilhetes ficam enormes depois das 11 da manhã.

Nós chegamos por volta das 9:30, fomos de táxi (por volta de 4 euros desde a praça do Rossio), porque ele se localiza no alto de uma colina. Não pegamos filas e entramos rápido. Que lugar lindo! obrigatório para quem está visitando Lisboa


O Castelo foi construído no século XI, época que os mouros dominavam a região e, como quase todo castelo, tinha como função segurança. Hoje ainda estão preservadas as torres, das quais a Torre de Menagem que é a principal torre de um castelo, se destaca. Logo na entrada do monumento, você terá a melhor vista possível de Lisboa, desde o rio, o porto até o centro e as belas construções.




Entrando no castelo propriamente dito, você poderá andar pelos pátios e subir para andar pela muralha e observar outras belas vistas da região. 


Saindo do castelo, você poderá visitar o sítio arqueológico, onde há ruínas das antigas construções que faziam parte do conjunto. Há muitas escadas em pedra, então, caso tenha dificuldade de locomoção ou esteja com crianças, dobre a atenção.


Antes de sair, não esqueça de visitar o museu arqueológico com peças riquíssimas encontradas nas escavações locais. Mas sim, esqueça o cafezinho ou água na cafeteria de lá, porque os preços são mais caros e bem próximo ao castelo há lojas com preços e sabores melhores.



Preço do bilhete para adulto: 8,50 euros.





Fomos descendo a pé em direção ao Chiado, um bairro super tradicional. No caminho entramos numa igreja super bonita, a Sé Patriarcal de Lisboa, a Igreja de Santa Maria Maior, em estilo românico, construída na 2ª metade do século XII. 


Em frente a essa igreja, comemos uma empanada de cebola e queijo, num quiosque pequenininho, que estava bem gostoso. Fomos descendo olhando as lojinhas e, principalmente os bondinhos típicos de Lisboa.


Os famosos bondinhos de Lisboa estão por toda a parte, se tiver um tempinho, pegue um e divirta-se!




Chegamos na Rua Augusta, um calçadão cheio de restaurantes e com um pórtico lindo que vai dar na Praça do Comércio (essa ai ao lado), as margens do Tejo, rende boas fotos!










Voltamos pela Rua Augusta e encontramos a Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, com o melhor pastel de bacalhau do universo! eles fazem a massa e recheiam com queijo da Serra da Estrela, pode ter coisa melhor? é uma delícia!



Fomos subindo em direção ao Largo de Camões. No caminho paramos para um lanche na praça de alimentação do “Armazéns do Chiado”, um shopping tradicional, com nada de muito especial, mas preços mais em conta que os tradicionais restaurantes.








Subindo a rua bem em frente a ele, damos no Largo de Camões, onde fica a tradicional Cafetaria a Brasileira, onde Fernando Pessoa costumava tomar cafés e onde há uma estátua dele para fotos e um pouco de inspiração de um dos maiores poetas do mundo.





Andando por ali, encontra-se a Manteigaria - fábrica de pastéis de nata, uma portinha de nada, mas que, em minha opinião, tem o melhor pastel de natas de Lisboa, seguido bem de perto pelo da Fábrica da Nata.












Voltamos até a rua dos Armazéns do Chiado e continuamos por ela, que é um calçadão e termina na praça do Rossio. Passamos em frente ao Elevador Santa Justa, mas não entramos.



Esta é a vista que temos do Castelo de São Jorge desde o centro histórico de Lisboa... lindo não é?



Mais uma vitrine tentação dos pastéis de nata de Lisboa, esta é da Fábrica da Nata.

Para terminar o dia, pegamos um táxi e fomos até o shopping Amoreira, com lojas de grife, uma super praça de alimentação e um bom mercado.



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A belíssima Guimarães


Considerada o berço da nação portuguesa, Guimarães faz jus a fama turística que tem, linda, cheia de atrações, com boa comida, boas cafeterias, agrada a todos.

Chegando a Guimarães, pegamos um táxi direto para o Castelo de Guimarães.








O castelo só abriria para visitação às 10 horas, mas já tinha muitos grupos de turistas de toda a Europa por lá. O ingresso custou 6 euros, o que dava direito a visitar o Paço dos Duques (ao lado) e o castelo.





O Paço dos duques de Bragança e Guimarães data do século XV e era o local de moradia de D. Afonso, primeiro Duque de Bragança. Foi habitado principalmente no século XV, sendo abandonado em seguida, passou por restauração no século XX, sendo um dos locais mais visitados de Portugal.




A visita passa por inúmeras salas onde o duque recebia a população e também seus colaboradores, a sala de banquetes, dormitórios, capelas. Todas as salas possuem tapeçarias, móveis e cerâmicas lindíssimas.

A construção é linda, com inúmeros detalhes, a gente se sentiu no século XV de verdade, só faltaram as vestimentas.



Ao sair do Paço dos Duques, visitamos o Castelo de Guimarães, datado do século X, foi construído para proteção do então Condado Portucalense. Segundo a tradição, D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal nasceu e foi batizado em Guimarães, o que dá a cidade o título de Berço de Portugal.




Durante a visita, na torre do castelo, é passado um vídeo em desenho animado muito legal e engraçado contando um pouco da vida de D. Afonso Henriques. É curtinho e vale a pena parar para assistir.


Logo após a saída do castelo, vê-se a Igreja de São Miguel do Castelo (ao lado), onde supostamente D. Afonso foi batizado. Esse conjunto de construções, além de lindo, é de uma riqueza histórica imensa. Se você visitar o norte de Portugal, precisa visitar esse lugar.







Acabamos a visita por volta de meio dia e fomos a pé para a cidade histórica, patrimônio mundial da UNESCO desde 2001, uma coisa linda de ver! ruinhas estreitas, casas de 2 ou 3 andares todas juntinhas e conservadas. Há vários restaurantes, principalmente no largo das Oliveiras, onde fica a igreja de nossa Senhora da Oliveira e uma construção gótica chamada de Padrão do Salado erguido a pedido de D. Afonso IV em 1340. Permita-se perder-se por essas ruas, entre numa casa de doces típicos portugueses e aproveite; nós entramos na Divina Gula, onde na vitrine tinha lindos Toucinhos do Céu, um doce com massa de amêndoas cobertos com farinha (eu achei que era açúcar!), que, em minha opinião é mais bonito que gostoso, mas valeu experimentar.











Após o almoço, seguimos pelo Largo do Brasil, fora do centro histórico, até a igreja Nossa Senhora da Consolação e de lá caminhamos até o teleférico de Guimarães, que leva ao Santuário da Penha, um conjunto arquitetônico com igreja, hotel, restaurantes e uma área verde muito bonita para fazer caminhadas, tudo isso no Monte da Penha, um ótimo mirante de toda a cidade de Guimarães.






Descemos pelo teleférico e voltamos de táxi para a estação de trens.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

3 dias em Veneza



Roteiro de 3 dias em Veneza

O que fazer em 3 dias em Veneza?

Além das ilhas, Veneza tem três caminhos principais: um pelo centro, um pela esquerda outro pela direita da praça da estação de trens Venezia – Santa Lucia e todos acabam levando para a Praça de São Marcos, mas cada um tem suas belezas, vale a pena conhecer todos.

Todos os dias você partirá da Estação de Trens Veneza – Santa Lucia

Primeiro dia: Praça de São Marcos

- Museu Coleção Peggy Guggenheim
- Basílica de Santa Maria de la Salute
- Praça de São Marco
- Basílica de São Marco
- Campanário
- passear de Gôndola pelos canais de Veneza


Segundo dia: Ilhas de Murano e Burano

Pegar o vaporetto que sai próximo à estação Veneza – Santa Lucia para:
Pela manhã:
1ª parada: Murano (ilha dos vidros): Museu do Vidro, vidrarias artesanais, Igreja de São Pedro, almoce num dos restaurantes locais
E, à tarde:
2ª parada: Burano (ilha das rendas): toda colorida, ande pelas ruas e canais, tome um sorvete delicioso, entre nas lojas que vendem rendas artesanais locais (lindas!)


Terceiro dia: Palazzo Ducale

- Ponte Rialto, cheia de lojas de souvenires; bolsas de couro, lenços e objetos de vidro de Murano
- Praça de São Marcos
- Palazzo Ducale
- Ponte dos Suspiros



terça-feira, 29 de agosto de 2017

5 dias em Los Angeles


Roteiro de 5 dias em Los Angeles

Após 8 dias em Las Vegas e Grand Canyon, fomos para Los Angeles e ficamos mais cinco dias por lá, segue a segunda parte deste roteiro super legal!

Primeiro dia: de Las Vegas a Los Angeles

-            Siga pela rodovia 15, que vai te levar direto para Los Angeles
-            Primeira parada: Calico (uma “cidade fantasma do velho oeste”, com lojas, restaurants, e ambientes que representam a vida cotidiana do antigo oeste Americano); almoço
-            Siga até seu hotel em Los Angeles; (nós ficamos no Sheraton Universal, bem pertinho do parque da Universal Studios então os mapas deste roteiro partirão de lá, ok?)
-            Wal Mart de Los Angeles


Segundo dia: La Brea Tar Pits, Farmer’s Market Calçada da Fama

-            La Brea Tar Pits Museum
-            Almoço no Farmer’s market
-            Cupcake no Sprinkles Cupcakes (tem um no Farmer’s Market)
-            Calçada da Fama
-            Teatro Chinês


Terceiro dia: Parque da Universal Studios

Quarto dia: California Science Center, Museu de História Natural, Griffith Observatory

-          -           California Science Center – além de uma exposição super bacana de ciências, esse museu é ainda a casa atual do ônibus especial Endeavour (reserve entradas com horário marcado pelo site do museu)
-            Museu de História Natural
-            Estádio Olímpico (sede das Olimpíadas de Los Angeles – 1984)
Obs. Essas três atrações ficam muito perto umas das outras
-            Griffith Observatory (legal ir ao final da tarde para ver o por do sol e anoitecer)

Último dia: de Las Vegas a Los Angeles

-         -          Pier Santa Monica
-            Venice Beach
-            Almoço no restaurante Bubba’s Gump do Universal City Walk
-            Arrumar as malas!

-          Arrumar as malas!



E aí, gostou dessa segunda parte do roteiro? Conta pra gente como foi a sua viagem! 
Se precisar escreve aí!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Óbidos


O que dizer de Óbidos? Que ela é uma graça? Verdade. Que parece que você voltou no tempo? Com certeza. Há muitas definições bonitinhas que representariam bem o vilarejo de Óbidos, mas ela também é uma vila cheia de história.



O centro histórico de Óbidos é uma cidade murada que foi fundada em 308 a.C. pelos celtas, que depois foi tomada pelos mouros e depois foi retomada pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques no século XII; foi uma cidade que teve influência dos templários; por muito tempo foi um presente dado para as rainhas portuguesas; a natureza também fez a sua parte destruindo bastante a cidade com o terremoto de 1755, sendo que sua restauração deu-se somente entre 1910 e 1950, ou seja, uma vila pequenininha no alto de um morro que teve uma história bastante agitada, não?




Hoje é uma vila charmosa que abriga vários restaurantes e lojinhas simpáticas e pouquíssimos moradores fixos.




O castelo de Óbidos que também foi bastante destruído pelo terremoto, somente no século XX foi restaurado e hoje abriga uma pousada chique (uma pena, pois não se pode visitá-lo, a não ser que você se hospede nele).







A rede hoteleira resume-se a pequenos hotéis e hostels charmosinhos; do lado de fora da muralha há alguns hotéis maiores. Geralmente os turistas ficam hospedados em Caldas da Rainha (há mais ou menos 8 km de distância) e passam o dia em Óbidos.


Para chegarmos a Óbidos, partimos do Porto em trem rápido (Alfa Pendular) até Coimbra, onde fizemos uma baldeação para um trem regional, bem mais simples que nos levou até Caldas da Rainha. Nesta estação não há muita possibilidade de se pegar um táxi, então é prudente pesquisar na internet o telefone de algum ponto de táxi na cidade e tentar ligar. Nós demos a sorte de um taxista em serviço nos ver parados em frente à estação e nos ajudar, chamando um colega para nos pegar. O percurso até Óbidos ficou em 11 euros. Não aconselho descer na estação de trens de Óbidos, porque fica fora da cidade, num lugar meio ermo onde a dificuldade para tomar um táxi vai ser grande.



Ficamos num hotel próximo ao Castelo, chamado Casa de São Thiago, esse aí do lado. Uma pousada gracinha, com ótimo atendimento e bom café da manhã. A pousada parece uma casa antiga, com decoração de época, muitos tapetes, quadros, cortinas; nosso quarto tinha cama com dossel. 
O único problema é que toda essa decoração, apesar de deixar o ambiente aconchegante, acaba acumulando poeira, então se você tem rinite, melhor se prevenir.








Naquela tarde saímos para conhecer a cidade. Andar pela rua principal, calçada de pedra, olhando as lojinhas, entrando nas docerias e tomando um café com algum doce típico, explorando o lugar.




À noite comemos uns petiscos no bar medieval Arcos da Prisão, cujo atendimento foi impecável, de uma simpatia sem fim.













No dia seguinte, não levantamos muito cedo e, logo depois do café da manhã fomos conhecer o local. Há dois passeios imperdíveis em Óbidos:: caminhar pelas muralhas e perder-se pelas ruinhas, entrando nas lojinhas, admirando o artesanato, tomando uma ginja em copinhos de chocolate. A Ginja é uma bebida típica de Óbidos, uma espécie de aguardente com uma fruta chamada ginja. Tem em todos os lugares a 1 euro a dose. Vale a pena experimentar.


As lojas de artesanato expõem muitos produtos típicos e de produção portuguesa, como as louças pintadas, panos de prato e toalhas de mesa. Outra lembrança muito comum por lá são as miniaturas de cavaleiros medievais (claro que comprei mais um pra minha coleção). 





As docerias locais são incríveis, não deixe de experimentar o nougat com laranja e amêndoas, uma das melhores coisas que comi em Portugal.




Saímos de Óbidos em direção Lisboa pela manhã. Descendo a rua principal e passando pela Porta XXX você terá o ponto de ônibus. No ponto há um cartaz com os horários, tanto para Caldas da Rainha quanto para Lisboa. Pegamos o ônibus das 10h30m, que te deixará na Estação de metro XXX em Lisboa.  

Dicas:

As ruas são de pedras lisas, cuidado para não tropeças ou escorregar, use calçados confortáveis;


Ao caminhar pela muralha, há trechos bem estreitos, e sem proteção lateral;

Se estiver hospedado em Óbidos, inicie seu passeio logo pela manhã, quando as ruas estão mais vazias, depois das 10 ou 11 horas, começam a chegar ônibus com grupos de turistas e as ruas e lojas ficam lotadas.

Todo ano, entre março e abril acontece o Festival de Chocolate de Óbidos, se conseguir coincidir com essa data, acho que vale a pena.

domingo, 13 de agosto de 2017

4 dias em Florença

Vai pra Florença? aproveita nosso roteiro... o que fazer em 4 dias em Florença!



Florença é uma cidade que respira arte. Terra de Michelangelo, Dante Alighieri, Boccaccio, Brunelleschi entre outros, o que você mais verá por lá são esculturas, museus e referências aos grandes artistas do renascimento italiano.

Primeiro dia – ida de Roma para Florença 

- se você for a partir de Roma, vai pegar o trem na Estação Roma-Termini até a estação Firenze-Santa Maria Novella
- neste dia, não corra muito, vá para o hotel (há bons hotéis próximos a essa estação), conheça a região, próxima, restaurantes, mercados, tudo que possa facilitar sua estadia
- caminhe até o centro histórico, onde as ruas, em sua maioria, são exclusivas para pedestres, olhe as barracas de produtos em couro no Mercado del Porcelino
- caminhe ao redor da Catedral de Santa Maria del Fiori, um verdadeiro esplendor de beleza
- atravesse a Ponte Vecchio, parando nas lojas de joias

Segundo dia: Galeria della Academia

Florença é a cidade dos museus, há inúmeros. Deixe os maiores um para cada dia, para não cansar muito.
- compre ingresso pelo site http://www.florence-museum.com/br/ para evitar filas na entrada e aproveitar mais o seu tempo
- vá caminhando até a Galeria della Academia, o museu de arte onde está exposto uma das obras primas de Micchelangelo: o Davi. Ande com calma pelos corredores, atentando-se às obras.
(tíquetes: https://www.florence-museum.com/ )
- caminhe até a Piazza del Duomo; para visita-lo há um bilhete que dará direito a:
Catedral di Santa Maria del Fiore, Cupola di Brunelleschi, Campanário di Giotto
Batisterio di San Giovanni,
Cripta di Santa Reparata e
Galleria dell’Opera del Duomo
- ao cair da tarde, ir de taxi até o Piazzale Michelangelo, (o principal mirante da cidade, de onde se avista todo o centro histórico e o Duomo), é um lugar lindo, com vista igualmente linda

Google maps: https://goo.gl/maps/WEJiTjfoUJr

Terceiro dia: Galleria degli Ufizzi

- outro museu que exige pelo menos meio dia para visitar é a Galleria degli Ufizzi, com inúmeras salas e obras de arte famosas
(tíquetes: https://www.florence-museum.com/ )
- caminhe até a Piazza dela Signora, onde ficam uma réplica da obra Davi de Michelangelo e o Palazzo Vecchio
- se você se interessa por ciência, tecnologia e afins, vai gostar de conhecer o Museo Galileo e o Museo Leonardo da Vinci, são menores e mais rápidos para visitar
- a noite, jante ou tome um café no Café Gilli, um dos mais antigos da cidade, aberto desde 1733

Google maps: https://goo.gl/maps/hmiGerUrHCA2

Quarto dia – Pisa e Lucca

Caso já tenha enjoado de andar por Florença, há dois lugares muito bacanas para fazer um bate e volta:
Pisa
- a partir da estação Santa Maria Novella, pegar o trem para Pisa; ir de taxi até o parque onde está localizado a famosa Torre de Pisa;
Lucca
- siga para a estação Pisa – S. Rossore e compre tíquetes para a Estação de Lucca. Esta estação fica muito próxima da cidade murada.

E aí, gostou? Ficou alguma dúvida? Escreva pra gente...