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sábado, 19 de maio de 2018

Colônia Sacramento


Colônia Sacramento

Localizada a duas horas de estrada de Montevidéo, Colônia del Sacramento é um passeio ideal para um bate e volta.

A cidade, às margens do Rio da Prata, foi fundada em 1680, quando a região ainda estava sob domínio de Portugal.






A arquitetura do centro histórico remete à essa época, com exemplos de casas dos séculos XVII, XVIII e XIX; pelo que pesquisei, as casas do período português se caracterizam por paredes de pedra maciça e telhados duas ou quatro águas, e as do período espanhol, são em tijolos e tetos planos.




Logo na entrada na parte histórica, vê-se a muralha, o fosso e a porta da cidadela (construída no século XVIII) em pedra com o brasão português.








A parte histórica da cidade foi tombada pela Unesco e nela encontram-se: fortificações, ruinas do convento de São Francisco Xavier, o Farol, museus e várias construções históricas. A rua dos Suspiros se destaca pelo calçamento em pedra e casas antigas.



Passeando pelas ruas, há uma grande oferta de restaurantes e lojas de produtos locais.

O farol de Sacramento, construído no século XIX era usado para orientar as embarcações que chegavam pelo Rio da Prata; são mais de cem degraus até seu cume, de onde é possível apreciar a bela vista da região.







Do píer da cidade é possível pegar uma balsa até Buenos Aires (1 hora de viagem).




Casapueblo


Casapueblo



Localizado na península de Punta Ballena, há 13 km do centro de Punta del Este, encontra-se a pitoresca , exclusiva e por que não, divertida Casapueblo, obra do artista plástico e arquiteto uruguaio Carlos Paez Vilaró.







A enorme construção em forma de cidadela toda branca que parece estar pendurada numa encosta junto ao mar é um exemplo de arquitetura exorbitante, ao estilo mediterrâneo. Sua construção levou mais de 30 anos e foi realizada pelas próprias mãos do artista que viveu ali até sua morte, em 2014.







O próprio autor denominou a construção como uma “escultura habitável” e é essa mesma sensação que temos ao visita-la, cada parede de cimento branco, cada curva é uma escultura. Vilaró continuou expandindo a construção criando quartos diferentes para determinados hóspedes o que permitiu transformar o lugar em um hotel.





Hoje ela abriga exposições de arte, mas a própria construção é uma obra de arte, com inúmeros quartos, salas, janelas e terraços de onde se pode contemplar ao mar.

A construção também possui um restaurante que oferece um cardápio internacional e um hotel, o Club Hotel Casapueblo.



Se você estiver a caminho de Punta del Este, vale a pena uma parada nesse verdadeiro monumento da arquitetura tomar um café e apreciar a obra e a paisagem.

sábado, 12 de maio de 2018

Pádua


Pádua




A cidade de Pádua, na região do Vêneto, norte da Itália é bastante conhecida como a cidade de Santo Antonio de Pádua.


Mas não é só de religião que a cidade vive. Sede de uma prestigiosa universidade, a Universidade de Pádua, uma das mais antigas do mundo, fundada em 1222, é uma cidade grande, moderna e que abriga lojas, restaurantes e construções históricas.

Um dia em Pádua é suficiente para conhecer a Basílica de Santo Antônio construída no século XVIII, uma volta pela grandiosa Prato della Valle, uma das maiores praças da Europa, caminhar pelo centro até a Universidade e Chegar até o Duomo de Pádua a principal igreja de Pádua e que teve como um de seus arquitetos ninguém menos que Michelângelo.


Duomo


Prato della Valle
Chegamos em Pádua por trem, desde Treviso, logo em frente à estação pegamos um tram que nos levou até a Basílica, a partir daí, fizemos todo o percurso á pé.


Observatório astronômico da Universidade de Pádua




Cidade e Lago de Como


Cidade e Lago de Como





O Lago de Como, encontra-se na região da Lombardia, norte da Itália possui mais de 140 km² e é o terceiro maior da Itália.





O lago é rodeado por montanhas de mais de 2 mil metros de altitude e por serras mais baixas cobertas por árvores.  Está localizado entre os alpes e o vale do rio Pó.











Várias cidadezinhas encontram-se às margens, dentre elas a bela cidade de Como. A cidade de Como já teve tradição industrial, principalmente com a indústria têxtil, mas atualmente a importância industrial está cedendo lugar para o turismo, o comércio e setor de serviços.

As ruas estreitas e construções antigas fazem desta cidade um lugar ótimo para um bate-e-volta desde Milão (por trem). A catedral foi construída entre os séculos XIV e XVIII.

Caminhar por essas ruas e entrar nas lojas, cafeterias e restaurantes, caminhar às margens do lago, subir o com o funicular até o topo de um morro e caminhar admirando a paisagem lá do alto, tudo é mágico nesta visita.



Estação ferroviária de Como





Um lugar muito interessante para visitar e que só descobrimos quando estávamos caminhando por lá é o Memorial Voltiano, um museu dedicado as descobertas científicas de Alessandro Volta, importante cientista nascido em Como, cujos estudos levaram ao desenvolvimento da bateria e pilha. A unidade elétrica volt recebeu esse nome em homenagem a ele.





quarta-feira, 9 de maio de 2018

Delhi

 As cores do complexo Qutab Minar
O que fazer em Delhi

Delhi é a segunda maior e mais importante cidade indiana e capital do país.

É uma cidade caótica, poluída ao extremo. Nos dias que estivemos por lá, o “fog” (neblina seca e poluída), cobria a cidade quase que durante todo o dia; não se esqueça de um colírio e soro para umedecer as narinas.

O clima predominante é verão longo e muito quente que vai de abril a meados de outubro e engloba o período das monções; o inverno é mais curto e suave, porém é quando a poluição e a neblina predominam, nesses meses de inverno, é comum as escolas fecharem devido ao excesso de poluentes no ar. Para visitar a cidade, apesar da secura, o inverno é mais apropriado.

Logo no aeroporto, a primeira surpresa: um painel com esculturas de mãos em forma de mudras, uma beleza mística!







Ao chegar no ônibus da excursão, outra surpresa: fomos recebidos com um colar de flores e recebemos um japa mala de pulso (uma ornamento utilizado para meditação), sabia que estava no lugar certo!














Para o turista, a cidade pode ser dividida em duas: a Velha Delhi e a Nova Delhi.

Velha Delhi

A parte velha da cidade data do século XVII, com a construção da cidade de Shahjahanabad pelo imperador Shah Haham. Nesta parte da cidade é possível visitar:

- o Forte Vermelho (Lal Qila), marco do domínio mogol na região; ñeste forte não é permitido tirar fotos, as filas são grandes e você passará por uma revista na entrada; não é permitido entrar com nenhum tipo de bolsa ou sacola, você terá que deixar seus pertences no ônibus;

(Foto tirada por Rosa da Glória)
- a mesquita Jama Masjid, a maior mesquita mulçumana da Índia. Nesta mesquita, ao contrário de outras, além de deixar os calçados na entrada e andar descalço em seu interior, as mulheres não precisam cobrir os cabelos com um lenço, mas sim, cobrir o corpo todo com um roupão estranho, que é fornecido logo na entrada (olha ai do lado, que lindo! hehehe). Logo que chegamos, nosso guia foi nos cobrindo com esse roupão e ajudando a gente a amarrá-lo; sério, dava a impressão que aquele roupão colorido conseguiria parar em pé, mas vamos lá, tudo pelo turismo; se você tem algum problema em usar roupas que outras milhares de pessoas usaram, melhor não visitar esse lugar, porque não é possível entrar para visitar sem estar coberta por esse roupão específico, independente da roupa que estiver usando; os homens que estiverem de camiseta regata ou bermudas, também terão que amarrar um lenço na cintura;

(Foto tirada por Rosa da Glória)
O fog de Delhi


- logo ao lado da mesquita fica um “esquadrão” de riquishás, que podem te levar para visitar a comunidade de Chandi Chowk, vizinho ao templo, um aglomerado de ruinhas estreitas, movimentadas e lotadas de pessoas no seu ir e vir diário, com fiação elétrica pendurada pra todo lado, um estereótipo do que é a Índia para um ocidental; é isso que fazem os turistas europeus quando visitam o Rio de Janeiro, por exemplo, e fazem turismo nas diversas comunidades cariocas (se você fizer esse passeio, nunca mais critique os turistas estrangeiros que fazem o mesmo no Brasil);





Nova Delhi

A parte mais nova da cidade também abriga monumentos e locais dignos de visitação.

- Raj Ghat: um memorial a Mahatma Gandhi, simbolizando o local onde ele foi cremado; consiste em uma plataforma de mármore negro sobre a qual foi colocada uma chama eterna.





- Mausoléu do imperador Humayun: um monumento lindo, mandado construir pela esposa principal do imperador logo após a sua morte, no século XVI; feito em arenito vermelho, esse local serviu de inspiração para o próprio Taj Mahal;






Os monumentos indianos são muito visitados por grupos escolares, sempre uniformizados, vimos isso em quase todos os locais, eu acho lindo ver estudantes conhecendo sua cultura.







 - complexo Qutab Minar, mais um patrimônio histórico da Unesco em Delhi, teve sua construção iniciada no século XII. Possui vários monumentos significativos que incluem a mesquita Quwwat-ul-Islam e o Pilar de Ferro de Deli, que é uma coluna de ferro de mais de 7 metros, erigida em homenagem ao deus Vishnu no século III ou IV que tem como principal característica a resistência à corrosão. Visitamos esse complexo ao final da tarde e o por do sol fez tudo ficar ainda mais colorido.