Menu

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Parque da Metade do Mundo



Esse passeio de meio dia, sai de Quito por volta das 11:30 da manhã. A primeira parada é, para variar, num vulcão a uns 20 km do centro de Quito e que fica muito próximo do parque cidade da metade do mundo.

O Pululahua é um vulcão potencialmente ativo, com altitude de 3.356 metros que não tem um formato característico do cone de vulcão, ele é composto por cúpulas de lava espalhadas por uma área em torno de 40 km² com uma grande cratera de 3 a 4 km de diâmetro entre as referidas cúpulas. Sua última erupção ocorreu entre 2.400 e 2.200 anos atrás (Instituto Geofísico do Equador). Atualmente sua cratera (fotos abaixo) abriga um povoado, com animais e plantações.



Saindo de lá, seguimos então para o Parque Cidade da Metade do Mundo.








Quando se fala em Equador, logo vem à cabeça a Linha do Equador, que divide o planeta em dois hemisférios, Sul e Norte.



Na verdade, a linha imaginária do Equador passa por várias cidades pelo mundo, contudo, o Equador foi um país pioneiro onde em 1736 uma missão geodésica francesa fez os estudos para medir o quadrante de um arco de um meridiano para comprovar a forma da Terra (e desde aquela época, já comprovaram: é um geóide, ou seja, de forma arredondada!!!!).

 

Em 1936, durante a comemoração dos 200 anos desta expedição, o geógrafo equatoriano Luis Tufiño junto com o Comitê Franco Americano leva a construção de um primeiro monumento na latitude 0°. 
Na década de 1970, inicia-se o projeto da Ciudad de la Mitad del Mundo, um amplo local de lazer com inúmeras atividades, onde construíram um monumento idêntico ao primeiro, com 30 metros de altura, que passa pela latitude 0° do planeta.

Hoje, o parque Cidade da Metade do Mundo, é um dos atrativos turísticos mais visitados do Equador! Nele há diversas atividades lúdicas como “colocar um ovo em pé”, além de exposições, museus, um planetário, áreas com experimentos além de restaurantes, cafeterias e lojas, onde você pode passar o dia todo. 

Ela foi construída como uma cidade, onde as construções são as lojas, restaurantes e pavilhões para  exposições







A linha amarela que vemos pintada no chão do parque, não marca exatamente a latitude 0°, mas está bem próximo, então é legal imaginar que cada pé se encontra em um hemistério!





Neste parque também é possível carimbar o passaporte.

Roteiro 3 dias em Curitiba


O que fazer em 3 dias em Curitiba?

Dia 1:
Parques e Museus

- Jardim Botânico
- Museu Niemeyer
- Parque Tanguá com Ópera de Arame

Dia 2:
- Trem Curitiba-Morretes

Dia 3:
- Vila Velha
- Jantar em algum restaurante do tradicional bairro Santa Felicidade

Roteiro de 4 dias em Cuenca


O que fazer me 4 dias em Cuenca, no Equador?

Dia 1

- Centro histórico
- Parque Calderón
- Almoçar no Le Bistro Français, no Seminário San Luis
- Lojas de Artesanato
- Catedral da cidade, subir no mirante da torre da catedral

Dia 2

- Nariz del diablo e Ingapirca

Dia 3

- Parque Nacional Las Cajas

Dia 4

- Museu Pumapungo
- Museu de las Culturas Aborígenes
- Museu del sombrero de Paja Toquilla
- Caminhar por toda a extensão da Calle Larga
- Conhecer os Mercados municipais 10 de agosto e 9 de outubro

Roteiro de 5 dias em Quito


O que fazer em 5 dias em Quito, Equador?

Roteiro de 5 dias em Quito

Dia 1

- Teleférico
- Centro histórico
- Mirador Virgem de Panecillo

Dia 2

- Cotopaxi

Dia 3

- Lago do vulcão Quilotoa

Dia 4

- Cidade de la Mitad del Mundo

Dia 5

- Museu Nacional do Equador
- Caminhar pelo parque Ejido
- Mercado de Artesanias

Outros passeios de um dia que podem ser feitos a partir de Quito:

- Otavalo, ponto turístico e mercado de indígena
- Papallacta, águas termais


Fim de semana em Santos



A cidade de Santos no litoral paulista fica a 80 km da capital e é um lugar perfeito para fazer um bate e volta no final de semana.

Além das praias e do belo jardim da orla, que em 2002 recebeu o título de maior jardim frontal à orla de uma praia, pelo "Guinness Book", com mais de cinco quilômetros de extensão e 40 metros de largura, há outros atrativos bem bacanas na cidade. Há inúmeros locais atrativos na cidade. Neste post vamos citar os três que fizemos num final de semana que estivemos na cidade.

Aquário Municipal

Localizado em uma área de mais de 2000 m², é o mais antigo do país e conta com tanques de água marinha e água doce e inúmeras espécies (arraias, pinguins, tubarão, espécimes de peixes amazônicos, bagres, tartarugas, baiacu entre outros). É um passeio bem legal pra fazer com as crianças, que se divertem tirando fotos com os aninais.




O aquário foi inaugurado em 1945 e ao longo dos anos já passou por várias reformas. Hoje ele ainda conta com dois murais do artista ambientalista Robert Wyland.

O bilhete custa R$ 8,00 para adultos e funciona de terça a domingo.

Saindo do aquário, aproveite para fazer uma caminhada no jardim da orla, tome uma água de coco, admire a vista do mar.




Orquidário (Parque Zoobotânico de Santos)

O orquidário de Santos foi criado em 1945 para abrigar a coleção de orquídeas do primeiro orquidófilo brasileiro, Júlio Conceição.



Localizado no bairro de José Menino, é um ótimo local para passear e curtir a natureza. O ambiente reproduz a Mata Atlântica com enormes árvores, e plantas locais, além das lindas orquídeas. Caminhar pelas ruas em meio a todo aquele verde e sons de pássaros cantando é bastante prazeroso.







Há também inúmeros animais tanto soltos, como o pavão e as cotias, quanto em cativeiro, como o gato do mato, tartarugas, jacaré, os veados campeiros e as araras e papagaios. Há um viveiro de visitação interna, onde você entra e tem maior contato com os animais. O pavilhão das orquídeas é onde ficam as principais plantas.


O local também é palco de vários cursos e eventos de educação ambiental.


A entrada (adultos) é R$ 8,00 e fica aberto de terça a domingo das 9 as 18 horas.

Monte Serrat




Perto da entrada da cidade, próximo ao centro histórico, você é agraciado com um funicular que te leva ao topo do Monte Serrat, onde você terá uma linda vista de toda a cidade e da região do Porto de Santos. É muito bonita mesmo.








O “Monte Serrat Cassino Elevador” foi inaugurado em 1927, para diversão da elite santista da época.

O ingresso é um pouco caro (R$ 42,00, ida e volta), mas a vista realmente compensa.

Os carros tem capacidade para 45 pessoas e demoram 4 minutos para subir os 250 metros até a estação superior.









Ao sair do bonde, você se depara com uma cafeteria, a decoração é da época da inauguração, com pisos decorados e balcão em madeira.

Do lado de fora, caminhe até o Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, uma capela branca com ares antigos.

Suba as escadas do prédio principal e você terá uma vista de 360 graus da cidade de Santos. De lá é possível ver o porto e toda a área do estuário de Santos com os manguezais, muitos navios e estruturas portuárias. do outro lado, você observa o centro histórico da cidade e mais além a Serra d Mar.




Além das praias, há muito o que fazer nesta cidade do litoral paulista: há o bondinho turístico no centro histórico; o museu do café, museu da pesca, museu da marinha... enfim, há opções para todos os gostos.


Além das opções de passeios, a cidade possui muitas opções de restaurantes especializados em peixes e frutos do mar. Há também vários shoppings centers e áreas comerciais.



sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Quilotoa

Vulcão Quilotoa - Equador

Vulcão Quilotoa

Como disse antes, viajar para essa região do Equador é conhecer vulcões!

Nesse outro dia, saímos bem cedo também. Não paramos no caminho, pois o destino era mais distante.



Segundo o Instituto Geofísico do Equador, o Quilotoa é um vulcão potencialmente ativo, com cratera de 2 km.

 A última erupção ocorreu no século XII e cobriu grandes áreas de cultivo pré-colombianas com um grande fluxo piroclástico de pedras-pomes e cinzas visíveis em todo o norte do país.






No caminho, passamos por áreas onde é possível avistar esses depósitos.

Por todo o trajeto, observamos que o relevo é coberto por uma camada mais escura, é muito visível isso, há uma camada clara e, no topo, uma camada espessa de cinzas bem escura.






A primeira parada é num mirante para observarmos esse relevo que foi modificado pela erupção.











A segunda parada é no mirante do Centro deTurismo Comunitário de Shalala (outro local mantido pelas comunidades tradicionais), onde fizemos uma trilha até a beira da cratera do vulcão, de onde observamos uma das vistas mais lindas do universo!




A vista do lago do Quilotoa! É simplesmente incrível! Uma das mais bonitas que já vi.



Nesta área, há também uma lojinha.

Voltamos para o ônibus e fomos até a Reserva Ecológica de los LLinizas, onde pudemos descer na cratera.




Aqui começa o verdadeiro desafio (na verdade perrengue) desse passeio. Estamos a 3.900 metros de altitude e, apesar de estarmos bem mais baixo que na trilha do Cotopaxi, aqui também o esforço é enorme e o oxigênio some a todo o momento.








Para chegar à cratera, você desce por uma trilha de uns dois quilômetros (uns 35 minutos de caminhada) bastante íngreme e coberta por areia (a chance de quedas e escorregões é grande, olha as fotos!).

E aí está a pegadinha, como dizem, “na descida todo santo ajuda”, ou seja você não sente que está ofegando, que está se cansando, e vai descendo feliz se deslumbrando com aquela paisagem de tirar o fôlego!






Ao chegar na margem do lago, ainda deslumbra-se pelo visual maravilhoso os tons verdes da água... mas daí se dá conta de que vai ter que subir para voltar para o ônibus! O que fazer?

A pé, eu demoraria umas 5 horas e não tínhamos esse tempo, o que me restou? Subir a cavalo! Eu que nunca tinha andado a cavalo, teria que subir a trilha íngreme em zigue e zague a beira de um precipício no lombo de um coitado guiado por uma garotinha de 15 anos! Era isso ou pedir para levarem minhas roupas para que eu pudesse morar por ali mesmo.

Foi muito apavorante e, tenho que dizer desagradável.

Pagamos 10 dólares pelo cavalinho guiado pela garotinha. Ele era meio rebelde e às vezes tentava voltar para trás, às vezes ele disparava e ia até a beira do precipício, e às vezes ainda ia para o lado das pessoas que estavam descendo, sem controle nenhum. Mas o que mais me deixou triste era sentir a respiração ofegante do animal nas minhas pernas e ver aquela garota subindo e descendo aquele morro várias e várias vezes e eu, sem fôlego no primeiro passo. Não foi uma sensação muito boa, apesar daquela beleza de lugar.


Viajar também é isso, é se indignar com certas coisas que fazemos enquanto turistas, às vezes sem pensar muito bem, mas que na verdade, não deveríamos ter feito.


Bem, apesar do perrengue, o lugar é simplesmente lindo e vale muito a pena conhecer. Subimos com nossos cavalinhos e guias tentando abstrair tudo aquilo apenas para curtir a paisagem maravilhosa. O almoço, nesse restaurante bem bonitinho aí da foto, estava incluso no passeio e estava muito gostoso.

Chegamos a Quito por volta das 19:30.