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domingo, 15 de abril de 2018

Taj Mahal e Forte Vermelho



Taj Mahal
Era uma vez, um imperador mogol que conheceu, se apaixonou e se casou com uma princesa persa... Apesar de suas mais de dez esposas, esta princesa tornou-se especial, a mais amada e adorada. Juntos, viveram mais de 20 anos felizes, foram agraciados com muitos filhos, (14 pra ser exata)... Mas, como toda a felicidade é finita, aos 39 anos a princesa morreu dando a luz seu 14º filho. O imperador então sofreu, sofreu muito e, sem se conformar com a perda de sua amada, ordenou a construção de um mausoléu gigantesco, digno de seu amor e sua devoção. Após alguns anos de sofrimento, o imperador também morreu e seu corpo foi então sepultado ao lado de sua amada, para que descansassem juntos pela eternidade...
Essa é a bela história de amor que resultou num dos mais importantes monumentos mundiais e o mais famoso da Índia... o belíssimo Taj Mahal.

Localizado na cidade de Agra, a aproximadamente 200 km de Delhi, esse mausoléu é o monumento mais conhecido da Índia e uma das atuais Maravilhas do Mundo, patrimônio da humanidade; eu acho que quase todas as pessoas do planeta já ouviram falar dele ao menos uma vez!

Detalhe dos entalhes em pedra na área externa do Taj
 Foi construído entre 1632 e 1653 por ordem do imperador Shah Jahan, que o mandou construir em memória de sua esposa favorita (ele teve mais de dez!), Aryumand Banu Begam (princesa de origem persa, recebeu o nome de Mumtaz Mahal após o casamento), que morreu após o nascimento de seu 14º filho. Shah Jahan devia ser muito apaixonado por ela, porque a obra é gigantesca! É uma prova de amor pra ninguém por defeito!

Olha essa fila!
A construção, em mármore branco possui detalhes de flores em pedras preciosas e semi-preciosas, fios de ouro e inscrições retiradas do Corão (o monumento é islâmico). Toda a obra foi desenhada à perfeição, com suas cúpulas, minaretes e detalhes simétricos.

Ao redor do edifício principal, um jardim imenso com água e flores para completar o cenário; outras três construções em pedra vermelha (que era o tipo de pedra mais utilizado na época da construção) se destacam e completam o equilíbrio do complexo: a entrada, de onde se vislumbra os primeiros traços do Taj; e dois edifícios laterais construídos junto aos muros do complexo para balancear o conjunto, uma mesquita e outro edifício que possivelmente já foi utilizado como hospedaria.

Construção lateral, parte do complexo do Taj
No interior do Taj, visita-se uma sala onde se encontra uma réplica das tumbas de Mumtaz Mahal e de Shah Jahan, que foi enterrado ali para ficar próximo a sua amada; contudo sua tumba o único objeto que tira a simetria de todo o complexo. As tumbas originais estão na parte inferior do monumento e não podem ser visitadas.



Olha nós aí, a caráter!
A visita...

Ao chegar ao complexo, você se depara com uma fila de proporções absurdas (os indianos adoram seus monumentos e o visitam muito). Estávamos em grupo, então nossas entradas já estavam compradas. Há uma diferença grande de preços entre o ingresso pago por um indiano e um ingresso pago por um ocidental, contudo, as filas também são diferenciadas, e o ocidental acaba conseguindo entrar muito mais rapidamente no monumento, cortando a fila quilométrica. Há quem diga ser possível visitar o Taj sem filas, tudo depende da hora que você chegar ao monumento e ao dia da semana.

Como em todo monumento indiano, você passará por uma revista e por detector de metais; não é permitido entrar com comida e bebida no interior do complexo. 

No site https://tajmahal.gov.in/overview.html, você encontrará uma lista do que é permitido ou não fazer durante sua visita, além, de outras informações importantes.



Entrando no complexo, você é recepcionado pelos macaquinhos, figuras que não podem faltar em nenhum monumento indiano. Ao passar pela entrada e pelo grande portal, você vislumbra os jardins e o Taj ao longe (impossível não se lembrar das fotos que você já viu nas revistas de viagens e se perguntar... como conseguiram tirá-las sem a presença de nenhum ser humano?); A quantidade de pessoas é enorme! Tanto que em janeiro/18, as autoridades indianas resolveram limitar o número de visitantes diários para preservar o local e a paz dos visitantes (ver mais detalhes em https://viagem.uol.com.br/noticias/efe/2018/01/03/india-limitara-numero-de-visitantes-do-taj-mahal-a-40-mil-pessoas-por-dia.htm). Eu aconselho seguir logo para o Taj, pois as filas são grandes e, depois que você visitou o interior (uma sala pequena, sem grandes emoções), você sai para o pátio e pode se deliciar com as imagens ao redor do mausoléu, andar mais calmamente pelos jardins, observar tudo com tranquilidade, perca-se naquilo.

Entrada do monumento

Forte Vermelho


Se você acha que Agra se resume a visitar o Taj Mahal, engana-se profundamente! Há outro monumento incrível, porém bem pouco conhecido aqui pelo ocidente: o Forte Vermelho ou Forte de Agra, localizado há 2,5 km do Taj.




Construído em arenito vermelho e mármore, o forte é tão suntuoso quanto o Taj. Foi tombado pela UNESCO como patrimônio da humanidade.

Construído no século XVII, inicialmente para fins militares, consiste em um conjunto com mais de 500 prédios; com o tempo, passou a ser residência dos governantes.



O vermelho das muralhas e construções se destaca em meio às demais construções em mármore branco. Infelizmente, no dia em que o visitamos, um fog muito forte estava sobre a cidade, ficou bem difícil de admira-lo em toda a sua beleza, porque não conseguíamos enxergar!

Dizem que o construtor do Taj, Shah Jaham foi aprisionado neste forte durante 8 anos, por um de seus filhos que o substituiu no poder e morreu em um dos quartos, com vistas para o Taj Mahal.







Como chegar...



As ruas de Agra e seu movimento
Partindo de Delhi, você tem algumas opções para chegar a Agra:

- para os que curtem conforto: de avião, desde o aeroporto de Delhi até Agra, mas essa opção pode ficar inviável por conta da poluição, que pode fechar os aeroportos;

- para os aventureiros: de ônibus ou carro, mas pelo que ouvi durante minha viagem, as estradas indianas além de serem “mão inglesa” não são um primor de segurança, se forem como as ruas urbanas, é necessário ter fé em pelo menos quatro deuses hindus para encarar...

- de trem, essa foi a nossa opção, pegamos o trem bem cedo em Delhi (classe executiva), e, depois de algumas horas, estávamos confortavelmente chegando a Agra. O serviço de bordo foi muito bom, pra mim foi até surpreendente, não esperava por tudo que serviram!


Um dos lanches servidos no trem
Chegando a Agra, o ideal é ter um receptivo te esperando, caso contrário, pegue um taxi ou riquixá para leva-lo ao seu destino.




domingo, 8 de abril de 2018

Preparando uma viagem para a Índia...



Como preparar uma viagem para a Índia...

Com mais de 1,2 bilhões de habitantes, a Índia é um país fascinante, que atrai a atenção de todos que tem o gene do turismo em suas células.

Desde sempre tive o desejo de conhecer esse país místico cheio de contrastes... belezas e rusticidade, sagrado e profano, florestas e desertos, riqueza e pobreza... as cores da Índia me cativaram por meio de fotos de indianas camponesas com seus sáris coloridos impecáveis, que pareciam ter acabado de serem vestidos... os animais pelas ruas, elefantes, macacos, vacas... é um caos organizado (ou não).

Viajar para a Índia não é a mesma coisa que viajar para a Europa ou EUA, as coisas não funcionam da mesma maneira, a cultura é toda diferente, as comidas são experiências únicas, o excesso de pessoas por todos os lugares, os 19 idiomas oficiais se misturando pelas ruas, parece que não é para os fracos não!

Há os aventureiros que mergulham sozinhos nesta miscelânea de coisas, tropeçando e levantando e vivendo experiências mágicas a cada esquina. Nós d’O que importa é viajar não somos tão aventureiros assim.

Para nós, uma viagem à Índia teria que ser em grupo, com guias e organizada por uma operadora de viagem; por mais desacostumados que estamos com esse lance de respeitar horários, fazer tudo em grupo, deixar sua vida nas mãos de guias, achamos que alguns lugares do mundo, seja pela dificuldade com a língua, sejam pelas diferenças culturais esse suporte de terceiros é essencial. Outra questão importante é que uma viagem dessa monta não é barata, exige planejamento financeiro também.

Há alguns anos eu encontrei uma atividade psicofísica que me completou: o Yoga. Venho praticando há algum tempo e nesse ano iniciei um curso de Formação em Yoga e Yogaterapia. Uma das atividades previstas foi uma viagem (não obrigatória) para a Índia, numa imersão na cultura e nos caminhos do yoga, com visitas a ashrams e institutos de yoga e, claro, os principais pontos turísticos. 

Pronto, finalmente encontrei um grupo com o qual me identificava (meu companheiro de viagem foi apenas para turismo, já que ele não curte esse lance de Yoga).

Compramos o pacote que incluiu: passagem aérea (ida e volta), hotéis, passagem aérea interna (entre cidades indianas), passagens de trens, entrada para a maior parte das atrações, atividades em institutos de yoga, guias.

Finalmente começaram os preparativos para a esperada viagem.

Primeiros passos...

Todo o roteiro, hotéis, aéreo, ferroviário... foi organizado por uma operadora, o que me deixou bastante ansiosa, uma vez que estou acostumada a organizar meus próprios roteiros e definir minha “vida de viajante” como eu quero; deixar essas decisões nas mãos de outros é bem difícil e aí já começou meu trabalho de desapego, de confiar em outras pessoas, um dos motivos pessoais para uma viagem à Índia. Mas, mesmo com a intermediação de uma operadora de viagem, eu aconselho o mesmo preparo que você faria para uma viagem independente e até mais cuidados: estudar sobre a cultura, os locais que você vai visitar, vestimentas adequadas, os tipos de alimentos que você vai encontrar, o que pode ou não pode de acordo com a cultura local, algumas palavras no idioma local, e tudo mais que possa agregar e melhorar sua experiência. Uma dificuldade neste preparo, ao menos para mim foi que na Índia não tem Google Street View, ou seja, não consegui ver as ruas dos hotéis, os restaurantes, nadinha!!!

Depois de comprado o pacote, reservado voos, hotéis e etc., foram necessários providenciar dois documentos obrigatórios para sua passagem tranquila pela imigração indiana.

Visto:

A Índia exige visto para brasileiros. Há duas formas de retirá-lo: indo pessoalmente aos consulados ou pela internet (e-visa).

Nós solicitamos pelo site e foi muito rápido e prático, mas leia com atenção para responder as perguntas; entre no site http://indianembassy.org.br/servicos-consulares/vistos/, e você terá todas as informações necessárias para retirar seu visto eletrônico.

Depois de tudo feito e da taxa paga, você vai receber um e-mail da embaixada e vai parecer que aquilo é o visto, MAS NÃO É!!!

Depois que você receber o e-mail, seu visto está ok. No e-mail haverá uma chave que você deverá utilizar no site para imprimir o documento oficial, com sua foto, esse sim é o que você terá que apresentar quando entrar na Índia. Uma colega se enganou e não imprimiu esse documento do site, foi barrada em Istambul, e não pode continuar a viagem com a gente, até obter o documento.
O visto indiano vale por 90 dias a partir da emissão.

Carteira de vacinação internacional:

A Índia exige a carteira de vacinação internacional para febre amarela com no mínimo dez dias de vacinação antes da viagem.

Verifique no site da Anvisa, os postos de saúde que além de aplicar a vacina também emite o certificado internacional, caso já tenha tomado, entre no site da Anvisa e agende um horário nos postos da agência que ficam nos principais aeroportos do país.

Maiores informações, leia o post: Vacinas obrigatórias para viajantes

As malas...




Preparar as malas é um dos grandes momentos pra quem curte viajar (pelo menos para mim), é necessário pensar em detalhes, conhecer o local para onde se está viajando, o clima, os passeios (leia mais dicas no post Como se divertir fazendo as malas) e, hoje em dia, o peso da bagagem aceito pelas companhias aéreas.

Nossos voos para a Índia seriam pela Turkish Airways, com escala em Istambu e, em terras indianas, faríamos um voo interno entre Rishkesh e Pune. No primeiro voo internacional, poderiam ser levadas 2 bagagens de 23 quilos e uma de mão de 8 quilos, contudo no voo interno, somente teríamos direito a uma bagagem de 15 quilos e uma bagagem de mão de 7 quilos! Ou seja, fiquem atentos quando o roteiro inclui voos internos para não pagar excesso de bagagem! Deixe as compras para a última etapa da viagem.

Bem, como ficamos quase 20 dias viajando, foi um malabarismo para fazer essas malas, mas algumas dicas ajudaram:

- viajar para a Índia é uma experiência de desapego também, então tente viajar leve, carregue o mínimo necessário para que tenha uma boa estadia;

- o clima indiano parece muito com o nosso; o inverno é seco com temperaturas mais baixas mas mesmo assim não é necessário nenhuma peça muito pesada para a maioria das cidades; para o norte da Índia, como Rishkesh, por exemplo, leve um casaco desses de nylon e algumas blusas de fleece, que são quentinhas e bem leves; calças jeans e meias; cachecóis você provavelmente comprará por lá; leve poucos calçados. Lembre-se, muito provavelmente você não irá a nenhum lugar ou restaurante que exija uma roupa mais “elaborada” ou “salto alto”, então, leve roupas confortáveis e que não pesem muito na mala;

- leve o mínimo possível de produtos de higiene pessoal e, sempre que possível, leve-os em embalagens menores, há uns potinhos próprios para isso. É interessante levar lenços de papel e lenços umedecidos, para uso durante a viagem, uma vez que nem sempre há papel higiênico nos banheiros dos locais turísticos e é bastante necessário o álcool gel, mas se você esquecer é fácil comprar por lá;

- para uma viagem à Índia reserve um tempo para elaborar uma pequena farmacinha: remédios para estômago, diarreia, probióticos; analgésicos, antiinflamatórios, curativos, remédios de uso contínuo... não esqueça de nada;

- leve também uma embalagem de hidrosteril, para o caso de precisar utilizar alguma água suspeita;
Malas feitas, documentos em mãos, agora é só ir para o aeroporto e partir.

Você tem alguma dica esperta para compartilhar com a gente? Deixe aí nos comentários!!

Namastê!!






sábado, 24 de março de 2018

Dicas da Cidade do Porto



O que fazer na Cidade do Porto?

A cidade do Porto é linda para se conhecer! Veja algumas dicas que pode deixar sua viagem ainda mais legal...

- Se a grana estiver curta, não almoce no Cais da Ribeira, suba até o centro histórico e os preços diminuem bastante e a qualidade continua muito boa.


- Os pratos com bacalhau são excelentes e, de um modo geral, não são muito caros.


- Muito cuidado com essas aves fofinhas, elas não resistem a uma batata ou pedaço de bacalhau "dando sopa" no prato!


- Se não for o auge do verão, leve uma blusa quentinha, porque durante o passeio de barco no Rio Douro, o vento é bem gelado.



- Ao comprar bilhetes de metro ou trem, saiba que títulos é o número de viagens, por exemplo, 3 títulos são iguais a 3 viagens ou se for bilhetes 24 horas, 2 títulos, valem para dois dias.



- Nunca se esqueça de validar o bilhete!!! Nas estações não existem catracas, apenas uma máquina para validação do bilhete e nos trens você pode encontrar fiscais com uma máquina que lê o bilhete para verificar a validação, caso não tenha validado, você pode receber uma multa.


- Resista à tentação de comprar chocolates no Duty Free no Brasil. Vimos uma "promoção" onde 4 barras de chocolates Milka saíram R$ 93,00. Eu dividi com a minha irmã e pagamos meio a meio. Quando chegamos aqui no Porto, logo no primeiro mercado que entramos (no Shopping Cidade do Porto), a mesma barra estava por 2,75 euros, ou seja, mesmo arredondando o euro a R$ 4,00, as 4 barras sairiam apenas R$ 44,00. 




domingo, 4 de fevereiro de 2018

Lisboa - Castelo de São Jorge e Chiado




Castelo de São Jorge e Chiado

Se você é avesso a filas, chegue cedo ao Castelo de São Jorge, porque as filas para compra de bilhetes ficam enormes depois das 11 da manhã.

Nós chegamos por volta das 9:30, fomos de táxi (por volta de 4 euros desde a praça do Rossio), porque ele se localiza no alto de uma colina. Não pegamos filas e entramos rápido. Que lugar lindo! obrigatório para quem está visitando Lisboa


O Castelo foi construído no século XI, época que os mouros dominavam a região e, como quase todo castelo, tinha como função segurança. Hoje ainda estão preservadas as torres, das quais a Torre de Menagem que é a principal torre de um castelo, se destaca. Logo na entrada do monumento, você terá a melhor vista possível de Lisboa, desde o rio, o porto até o centro e as belas construções.




Entrando no castelo propriamente dito, você poderá andar pelos pátios e subir para andar pela muralha e observar outras belas vistas da região. 


Saindo do castelo, você poderá visitar o sítio arqueológico, onde há ruínas das antigas construções que faziam parte do conjunto. Há muitas escadas em pedra, então, caso tenha dificuldade de locomoção ou esteja com crianças, dobre a atenção.


Antes de sair, não esqueça de visitar o museu arqueológico com peças riquíssimas encontradas nas escavações locais. Mas sim, esqueça o cafezinho ou água na cafeteria de lá, porque os preços são mais caros e bem próximo ao castelo há lojas com preços e sabores melhores.



Preço do bilhete para adulto: 8,50 euros.





Fomos descendo a pé em direção ao Chiado, um bairro super tradicional. No caminho entramos numa igreja super bonita, a Sé Patriarcal de Lisboa, a Igreja de Santa Maria Maior, em estilo românico, construída na 2ª metade do século XII. 


Em frente a essa igreja, comemos uma empanada de cebola e queijo, num quiosque pequenininho, que estava bem gostoso. Fomos descendo olhando as lojinhas e, principalmente os bondinhos típicos de Lisboa.


Os famosos bondinhos de Lisboa estão por toda a parte, se tiver um tempinho, pegue um e divirta-se!




Chegamos na Rua Augusta, um calçadão cheio de restaurantes e com um pórtico lindo que vai dar na Praça do Comércio (essa ai ao lado), as margens do Tejo, rende boas fotos!










Voltamos pela Rua Augusta e encontramos a Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, com o melhor pastel de bacalhau do universo! eles fazem a massa e recheiam com queijo da Serra da Estrela, pode ter coisa melhor? é uma delícia!



Fomos subindo em direção ao Largo de Camões. No caminho paramos para um lanche na praça de alimentação do “Armazéns do Chiado”, um shopping tradicional, com nada de muito especial, mas preços mais em conta que os tradicionais restaurantes.








Subindo a rua bem em frente a ele, damos no Largo de Camões, onde fica a tradicional Cafetaria a Brasileira, onde Fernando Pessoa costumava tomar cafés e onde há uma estátua dele para fotos e um pouco de inspiração de um dos maiores poetas do mundo.





Andando por ali, encontra-se a Manteigaria - fábrica de pastéis de nata, uma portinha de nada, mas que, em minha opinião, tem o melhor pastel de natas de Lisboa, seguido bem de perto pelo da Fábrica da Nata.












Voltamos até a rua dos Armazéns do Chiado e continuamos por ela, que é um calçadão e termina na praça do Rossio. Passamos em frente ao Elevador Santa Justa, mas não entramos.



Esta é a vista que temos do Castelo de São Jorge desde o centro histórico de Lisboa... lindo não é?



Mais uma vitrine tentação dos pastéis de nata de Lisboa, esta é da Fábrica da Nata.

Para terminar o dia, pegamos um táxi e fomos até o shopping Amoreira, com lojas de grife, uma super praça de alimentação e um bom mercado.