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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

3 dias em Veneza



Roteiro de 3 dias em Veneza

O que fazer em 3 dias em Veneza?

Além das ilhas, Veneza tem três caminhos principais: um pelo centro, um pela esquerda outro pela direita da praça da estação de trens Venezia – Santa Lucia e todos acabam levando para a Praça de São Marcos, mas cada um tem suas belezas, vale a pena conhecer todos.

Todos os dias você partirá da Estação de Trens Veneza – Santa Lucia

Primeiro dia: Praça de São Marcos

- Museu Coleção Peggy Guggenheim
- Basílica de Santa Maria de la Salute
- Praça de São Marco
- Basílica de São Marco
- Campanário
- passear de Gôndola pelos canais de Veneza


Segundo dia: Ilhas de Murano e Burano

Pegar o vaporetto que sai próximo à estação Veneza – Santa Lucia para:
Pela manhã:
1ª parada: Murano (ilha dos vidros): Museu do Vidro, vidrarias artesanais, Igreja de São Pedro, almoce num dos restaurantes locais
E, à tarde:
2ª parada: Burano (ilha das rendas): toda colorida, ande pelas ruas e canais, tome um sorvete delicioso, entre nas lojas que vendem rendas artesanais locais (lindas!)


Terceiro dia: Palazzo Ducale

- Ponte Rialto, cheia de lojas de souvenires; bolsas de couro, lenços e objetos de vidro de Murano
- Praça de São Marcos
- Palazzo Ducale
- Ponte dos Suspiros



terça-feira, 29 de agosto de 2017

5 dias em Los Angeles


Roteiro de 5 dias em Los Angeles

Após 8 dias em Las Vegas e Grand Canyon, fomos para Los Angeles e ficamos mais cinco dias por lá, segue a segunda parte deste roteiro super legal!

Primeiro dia: de Las Vegas a Los Angeles

-            Siga pela rodovia 15, que vai te levar direto para Los Angeles
-            Primeira parada: Calico (uma “cidade fantasma do velho oeste”, com lojas, restaurants, e ambientes que representam a vida cotidiana do antigo oeste Americano); almoço
-            Siga até seu hotel em Los Angeles; (nós ficamos no Sheraton Universal, bem pertinho do parque da Universal Studios então os mapas deste roteiro partirão de lá, ok?)
-            Wal Mart de Los Angeles


Segundo dia: La Brea Tar Pits, Farmer’s Market Calçada da Fama

-            La Brea Tar Pits Museum
-            Almoço no Farmer’s market
-            Cupcake no Sprinkles Cupcakes (tem um no Farmer’s Market)
-            Calçada da Fama
-            Teatro Chinês


Terceiro dia: Parque da Universal Studios

Quarto dia: California Science Center, Museu de História Natural, Griffith Observatory

-          -           California Science Center – além de uma exposição super bacana de ciências, esse museu é ainda a casa atual do ônibus especial Endeavour (reserve entradas com horário marcado pelo site do museu)
-            Museu de História Natural
-            Estádio Olímpico (sede das Olimpíadas de Los Angeles – 1984)
Obs. Essas três atrações ficam muito perto umas das outras
-            Griffith Observatory (legal ir ao final da tarde para ver o por do sol e anoitecer)

Último dia: de Las Vegas a Los Angeles

-         -          Pier Santa Monica
-            Venice Beach
-            Almoço no restaurante Bubba’s Gump do Universal City Walk
-            Arrumar as malas!

-          Arrumar as malas!



E aí, gostou dessa segunda parte do roteiro? Conta pra gente como foi a sua viagem! 
Se precisar escreve aí!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Óbidos


O que dizer de Óbidos? Que ela é uma graça? Verdade. Que parece que você voltou no tempo? Com certeza. Há muitas definições bonitinhas que representariam bem o vilarejo de Óbidos, mas ela também é uma vila cheia de história.



O centro histórico de Óbidos é uma cidade murada que foi fundada em 308 a.C. pelos celtas, que depois foi tomada pelos mouros e depois foi retomada pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques no século XII; foi uma cidade que teve influência dos templários; por muito tempo foi um presente dado para as rainhas portuguesas; a natureza também fez a sua parte destruindo bastante a cidade com o terremoto de 1755, sendo que sua restauração deu-se somente entre 1910 e 1950, ou seja, uma vila pequenininha no alto de um morro que teve uma história bastante agitada, não?




Hoje é uma vila charmosa que abriga vários restaurantes e lojinhas simpáticas e pouquíssimos moradores fixos.




O castelo de Óbidos que também foi bastante destruído pelo terremoto, somente no século XX foi restaurado e hoje abriga uma pousada chique (uma pena, pois não se pode visitá-lo, a não ser que você se hospede nele).







A rede hoteleira resume-se a pequenos hotéis e hostels charmosinhos; do lado de fora da muralha há alguns hotéis maiores. Geralmente os turistas ficam hospedados em Caldas da Rainha (há mais ou menos 8 km de distância) e passam o dia em Óbidos.


Para chegarmos a Óbidos, partimos do Porto em trem rápido (Alfa Pendular) até Coimbra, onde fizemos uma baldeação para um trem regional, bem mais simples que nos levou até Caldas da Rainha. Nesta estação não há muita possibilidade de se pegar um táxi, então é prudente pesquisar na internet o telefone de algum ponto de táxi na cidade e tentar ligar. Nós demos a sorte de um taxista em serviço nos ver parados em frente à estação e nos ajudar, chamando um colega para nos pegar. O percurso até Óbidos ficou em 11 euros. Não aconselho descer na estação de trens de Óbidos, porque fica fora da cidade, num lugar meio ermo onde a dificuldade para tomar um táxi vai ser grande.



Ficamos num hotel próximo ao Castelo, chamado Casa de São Thiago, esse aí do lado. Uma pousada gracinha, com ótimo atendimento e bom café da manhã. A pousada parece uma casa antiga, com decoração de época, muitos tapetes, quadros, cortinas; nosso quarto tinha cama com dossel. 
O único problema é que toda essa decoração, apesar de deixar o ambiente aconchegante, acaba acumulando poeira, então se você tem rinite, melhor se prevenir.








Naquela tarde saímos para conhecer a cidade. Andar pela rua principal, calçada de pedra, olhando as lojinhas, entrando nas docerias e tomando um café com algum doce típico, explorando o lugar.




À noite comemos uns petiscos no bar medieval Arcos da Prisão, cujo atendimento foi impecável, de uma simpatia sem fim.













No dia seguinte, não levantamos muito cedo e, logo depois do café da manhã fomos conhecer o local. Há dois passeios imperdíveis em Óbidos:: caminhar pelas muralhas e perder-se pelas ruinhas, entrando nas lojinhas, admirando o artesanato, tomando uma ginja em copinhos de chocolate. A Ginja é uma bebida típica de Óbidos, uma espécie de aguardente com uma fruta chamada ginja. Tem em todos os lugares a 1 euro a dose. Vale a pena experimentar.


As lojas de artesanato expõem muitos produtos típicos e de produção portuguesa, como as louças pintadas, panos de prato e toalhas de mesa. Outra lembrança muito comum por lá são as miniaturas de cavaleiros medievais (claro que comprei mais um pra minha coleção). 





As docerias locais são incríveis, não deixe de experimentar o nougat com laranja e amêndoas, uma das melhores coisas que comi em Portugal.




Saímos de Óbidos em direção Lisboa pela manhã. Descendo a rua principal e passando pela Porta XXX você terá o ponto de ônibus. No ponto há um cartaz com os horários, tanto para Caldas da Rainha quanto para Lisboa. Pegamos o ônibus das 10h30m, que te deixará na Estação de metro XXX em Lisboa.  

Dicas:

As ruas são de pedras lisas, cuidado para não tropeças ou escorregar, use calçados confortáveis;


Ao caminhar pela muralha, há trechos bem estreitos, e sem proteção lateral;

Se estiver hospedado em Óbidos, inicie seu passeio logo pela manhã, quando as ruas estão mais vazias, depois das 10 ou 11 horas, começam a chegar ônibus com grupos de turistas e as ruas e lojas ficam lotadas.

Todo ano, entre março e abril acontece o Festival de Chocolate de Óbidos, se conseguir coincidir com essa data, acho que vale a pena.

domingo, 13 de agosto de 2017

4 dias em Florença

Vai pra Florença? aproveita nosso roteiro... o que fazer em 4 dias em Florença!



Florença é uma cidade que respira arte. Terra de Michelangelo, Dante Alighieri, Boccaccio, Brunelleschi entre outros, o que você mais verá por lá são esculturas, museus e referências aos grandes artistas do renascimento italiano.

Primeiro dia – ida de Roma para Florença 

- se você for a partir de Roma, vai pegar o trem na Estação Roma-Termini até a estação Firenze-Santa Maria Novella
- neste dia, não corra muito, vá para o hotel (há bons hotéis próximos a essa estação), conheça a região, próxima, restaurantes, mercados, tudo que possa facilitar sua estadia
- caminhe até o centro histórico, onde as ruas, em sua maioria, são exclusivas para pedestres, olhe as barracas de produtos em couro no Mercado del Porcelino
- caminhe ao redor da Catedral de Santa Maria del Fiori, um verdadeiro esplendor de beleza
- atravesse a Ponte Vecchio, parando nas lojas de joias

Segundo dia: Galeria della Academia

Florença é a cidade dos museus, há inúmeros. Deixe os maiores um para cada dia, para não cansar muito.
- compre ingresso pelo site http://www.florence-museum.com/br/ para evitar filas na entrada e aproveitar mais o seu tempo
- vá caminhando até a Galeria della Academia, o museu de arte onde está exposto uma das obras primas de Micchelangelo: o Davi. Ande com calma pelos corredores, atentando-se às obras.
(tíquetes: https://www.florence-museum.com/ )
- caminhe até a Piazza del Duomo; para visita-lo há um bilhete que dará direito a:
Catedral di Santa Maria del Fiore, Cupola di Brunelleschi, Campanário di Giotto
Batisterio di San Giovanni,
Cripta di Santa Reparata e
Galleria dell’Opera del Duomo
- ao cair da tarde, ir de taxi até o Piazzale Michelangelo, (o principal mirante da cidade, de onde se avista todo o centro histórico e o Duomo), é um lugar lindo, com vista igualmente linda

Google maps: https://goo.gl/maps/WEJiTjfoUJr

Terceiro dia: Galleria degli Ufizzi

- outro museu que exige pelo menos meio dia para visitar é a Galleria degli Ufizzi, com inúmeras salas e obras de arte famosas
(tíquetes: https://www.florence-museum.com/ )
- caminhe até a Piazza dela Signora, onde ficam uma réplica da obra Davi de Michelangelo e o Palazzo Vecchio
- se você se interessa por ciência, tecnologia e afins, vai gostar de conhecer o Museo Galileo e o Museo Leonardo da Vinci, são menores e mais rápidos para visitar
- a noite, jante ou tome um café no Café Gilli, um dos mais antigos da cidade, aberto desde 1733

Google maps: https://goo.gl/maps/hmiGerUrHCA2

Quarto dia – Pisa e Lucca

Caso já tenha enjoado de andar por Florença, há dois lugares muito bacanas para fazer um bate e volta:
Pisa
- a partir da estação Santa Maria Novella, pegar o trem para Pisa; ir de taxi até o parque onde está localizado a famosa Torre de Pisa;
Lucca
- siga para a estação Pisa – S. Rossore e compre tíquetes para a Estação de Lucca. Esta estação fica muito próxima da cidade murada.

E aí, gostou? Ficou alguma dúvida? Escreva pra gente...

6 dias em Roma


Roteiro de 6 dias em Roma

O que fazer em Roma em 6 dias? vem com a gente!

Primeiro dia

Seu primeiro dia em Roma (o dia da chegada) reserve para conhecer o hotel, e os arredores: lojas, restaurantes, cafeterias, mercados, tudo aquilo que vai fazer sua estadia mais tranquila e descanse.
Agora, se você estiver bem disposto, você pode fazer o seguinte:

- pegue o metrô até a Estação Vittorio Emanuele e vá até a Basílica Papal de Santa Maria Maggiore, uma das quatro principais igrejas de Roma; lá visite a basílica e atente-se aos mosaicos e detalhes em ouro; visite também o museu subterrâneo com visita guiada, percorrendo ruinas da época antiga de Roma, com afrescos preservados e pinturas.
- você estará próximo da Estação Roma Termini. Aproveite para conhecê-la e comprar o Roma Pass, um bloco com bilhetes para várias atrações (museus, Coliseu, entre outros) com preços mais baratos e você ainda vai evitar as filas enormes para compra dos tíquetes nas bilheterias dos lugares. Válido por três dias a partir do início de uso.

Segundo dia: Vaticano e Centro histórico

- para ir ao Vaticano, pegue a linha A do metrô, sentido Battistini e desça na Estação Ottaviano San Pietro, siga a multidão e você vai se deparar com os muros do Vaticano.
- como você é uma pessoa “antenada”, já vai estar com seus bilhetes comprados com data e hora marcada (compre-os através do site: https://www.romemuseum.com/br/vaticano.php?gclid=EAIaIQobChMI3IXM45jP1QIVUoGzCh1GJAHoEAAYASAAEgI4jfD_BwE); isso evitará que você enfrente uma fila enorme e perca tempo precioso. Além das centenas de obras e ambientes incríveis do museu, é por aqui que você visitará a Capela Sistina, imperdível!
- saindo do museu, vá para a Piazza San Pedro (pegue a fila para passar pela revista policial); visite a Igreja, a praça, suba até a cúpula e tenha uma visão esplêndida de Roma.
- saindo do Vaticano, vá a pé para o centro histórico de Roma (quase tudo em Roma é histórico, mas...): tudo é perto, dá pra fazer esse cir5cuito caminhando e tomando sorvetes incríveis pelo caminho.
- Campi di Fiori
- Piazza Navona (o último lugar a aparecer no filme Anjos e Demônios)
- Panteão
- Templo de Adriano
- Fontana di Trevi
- caminhe até a Estação de metrô Barberini e anda uma Estação à frente, até a Estação Spagna para conhecer a Piazza di Spagna
- para terminar o dia, volte para o metrô e siga até a Estação Flamínio, para conhecer a Piazza del Popolo

Google maps: https://goo.gl/maps/xbe652Bhdeo

Terceiro dia: Coliseu e Fórum Romano

- pegue o metrô até a Estação Colosseo; você sairá em frente ao Coliseu e ao Fórum Romano
- Lugares a se visitar nesta área:
- Arco de Constantino
- Palatino
- Fórum Romano
- Piazza del Campidoglio*
- Monumento a Vittorio Emanuel II
- Coliseu romano
* do Fórum Romano há uma saída para esta Piazza
- comece a usar seu Roma Pass (essas atrações possuem filas enormes para compra de ingressos na própria bilheteria, com o Roma Pass, você entra por outro guichê)

Google maps: https://goo.gl/maps/bL62HjvUNfw

Quarto dia: Castel Sant’Angelo e Termas de Caracalla

- pegue o metrô até a Estação Ottaviano San Pietro
- caminhe até Castel Sant’Angelo (use o Roma Pass)
- volte para a Estação Ottaviano San Pietro e pegue o metrô para a Estação Circo Massimo (precisa mudar de linha) ou, para facilitar, pegue um taxi.
- visite o Circo Massimo e, vá caminhando até as Termas de Caracalla
- na volta, passe pelo prédio da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura)
- atravesse o rio até o bairro de Trastevere, onde há vários restaurantes e cafeterias

Google maps: https://goo.gl/maps/kKeu2oZ2Jyt

Quinto dia: Via Ápia

- pegue o metrô até a Estação San Giovanni
- visite a bela Basílica de San Giovanni in Laterano
- próximo à basílica, há pontos finais de ônibus, pegue o de número 218 para a Via Ápia Antiga
- desça no início da própria Via Ápia e vá descendo. Você vai ver pelo caminho:
- Igreja de Quo Vadis?
- Catacumbas de São Calixto
- Catacumbas de São Sebastião

Google maps: https://goo.gl/maps/yt6kTSzwqio

Sexto dia: Bate e volta até Pompéia (em Nápoles)

- vá de metrô até a Estação Roma-Termini, onde você pegará o trem de alta velocidade para Nápoles (compre bilhetes com antecedência)
- descendo na Estação de Nápoles, procure o guichê da Companhia Circunvesuviana (siga pelas placas indicativas, não tem erro), compre bilhetes sentido Sorrento; você vai descer na Estação Pompei – Villa dei Misteri, logo na saída, verá a bilheteria para entrada nas ruinas da cidade de Pompéia. Fique o tempo que precisar, o lugar é enorme, uma cidade mesmo, com ruas, prédios, monumentos... não tenha pressa
- na volta, se tiver tempo e disposição, desça na Estação Ercolano – Miglio D’oro, para visitar as ruínas da cidade de Herculano
- volte para a Estação e Nápoles e pegue o trem rápido para Roma-Termini

Dicas:

- utilize calçados confortáveis, pois esse roteiro prioriza os passeios a pé;
- Roma é praticamente um monumento a céu aberto, há obras, ruinas e antiguidades por todo lado, fique atento enquanto estiver andando, pra não perder nenhum detalhe;
- o metrô de Roma é fácil de utilizar, se for possível, procure um hotel próximo a alguma estação, vai facilitar bastante seu deslocamento e economizar em táxis. Veja o mapa das linhas de metrô disponíveis aqui: http://www.rome.info/metro/
- verifique antes se vale a pena comprar o Roma Pass com relação aos preços e aos monumentos que quer visitar; com relação às filas, sempre valerá a pena;
- em Trastevere, reserve um momento para almoço ou jantar, o lugar é indicado para isso, com vários restaurantes e cafeterias;
- tome todos os sorvetes (gelattos) que puder, há sabores deliciosos!
- dê preferência por comprar os bilhetes de museus nos sites indicados, pois poupará dinheiro e tempo;
 - adeque os dias do roteiro as suas necessidades, não é necessário segui-lo à risca;
- Roma é linda, perca-se por ela, aproveite e divirta-se muito!

E aí, gostou? Não se esqueça de escrever pra gente contando como foi a viagem!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Braga

O que fazer em Braga? vem com a gente!



Pegamos o trem para Braga às 08h25min da manhã na estação de Campanhã, o bilhete custou 3,65 Euros. A viagem demora 50 minutos. Não se esqueça de validar o bilhete na estação, dez minutos antes do trem sair (acompanhe os horários de chegadas e partidas pelo monitor informativo), porque o fiscal passa de lugar em lugar conferindo a validação do bilhete. Caso não tenha validado, você terá que comprar uma nova passagem na hora.

Chegando a Braga, pegamos um táxi logo na saída da estação para nos levar até o Santuário Bom Jesus do Monte. Minha "santa ingenuidade" me fez acreditar que estaria vazio por lá, mas, para minha surpresa, havia uns cinco ônibus lotados de turistas visitando o local.




O bom de ter ido de táxi é que ele nos deixou no topo do santuário, o que nos evitou subir os mais de 600 degraus até a igreja. Olha aí do lado o tamanho da escadaria!

O lugar é de muita paz, muito bonito, de onde se tem um visual lindo de toda Braga.







Há registros históricos que datam do século XIV a primeira ermida erguida naquele local, com o passar dos séculos, outras construções tomaram forma e a basílica atual, em estilo neoclássico, data do século XIX (http://bomjesus.pt/bom-jesus/basilica/). 


Bem, visitamos a igreja, os arredores, tiramos muitas fotos e começamos a descer as escadarias em zigue-zague; durante o trajeto, veem-se várias capelas representando a paixão de Cristo. Muitos fiéis sobem a escadaria de joelhos, a fé é mesmo incrível. Chegando ao final, vire à direita até a saída do funicular e, em frente, você verá o ponto de ônibus que leva próximo ao centro histórico.









Ponto do ônibus para a cidade


Você pode ir de ônibus, basta atravessar o centro histórico até a Av. da Liberdade e pegar a linha 2, que te deixará nos pés da escadaria, próximo ao funicular. Daí você escolhe, subir a pé (garanto que é uma penitência e tanto) ou subir de funicular.







Chegando à cidade, tomamos um café numa cafeteria do shopping Braga e fomos andando até o centro histórico, onde as ruas são, em sua maioria, fechadas para carros, então você pode caminhar sossegado.




Braga está localizada no que antigamente foi a cidade romana de Bracara Augusta (fundada em no ano 16 a.C., pelo Imperador Augustus), você vai encontrar várias referências a esse período. Nas paredes externas da igreja da Sé, por exemplo, você encontrará várias inscrições de referência romana. Na lateral da igreja, você encontra um pátio com ruínas de colunas romanas, inscrições e esculturas. Para entrar nesta igreja você pagará 4 euros (eu não entrei), visitamos as partes gratuitas da construção, que já é muito bonito. Preferimos curtir mais as ruas da cidade, que são muito gostosas para caminhar. Nessa caminhada, vimos uma torre onde poderíamos subir por 2 euros, utilizando um elevador; do alto tivemos uma linda vista da cidade, inclusive do santuário de Bom Jesus do Monte.


O vendedor de uma das lojinhas que paramos nos recomendou visitar as ruínas das Termas romanas da cidade, as Termas de Cividade e também o museu de arqueologia. Eu nem sabia que tinha esse tipo de atração em Braga! Claro que fomos né? Adoramos sítios arqueológicos.

O local fica fora da parte histórica da cidade, andamos um pouquinho e encontramos. O preço para visitar as ruínas é 3 euros. As termas foram descobertas em 1977, até hoje estão sendo escavadas e ainda encontram novas áreas; datam provavelmente do século II da era cristã. Durante a visita há um monitor onde um vídeo mostra toda a história e as diversas fases de construção daquele lugar.  


Em frente a essas ruínas fica o museu de arqueologia, (também 3 euros). Adorei conhecer! o museu tem muitas peças antigas, desde períodos pré-históricos até peças romanas. No museu também tem uma linda maquete das termas de Cividade, onde conseguimos entender melhor o que vimos nas ruínas.




Saindo do museu, fomos andando até o Arco da Porta Nova, datado do século XVIII, é a porta de entrada do centro histórico, e fica bem perto da estação de trens. Perto daqui fica o Museu dos Biscainhos.


Prédio da Estação de trens
Nós resolvemos conhecer a cidade de Braga do mais distante (santuário), para o mais próximo da estação. Você pode optar por fazer o caminho inverso, indo primeiro ao centro histórico e, caminhando até a Av. da Liberdade, pegar o ônibus até o santuário.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O Centro histórico do Porto


Caminhar pelas ruas do centro histórico da cidade do Porto é muito semelhante a caminhar pelas ruas de São Luís no Maranhão ou mesmo de Belém no Pará, as mesmas casas antigas com fachadas em azulejos, as mesmas janelas, telhados... Entendemos aí nossa origem enquanto país.

Começamos a jornada na estação de metrô Bolhão. Logo na saída, uma visão linda da Capela das Almas, uma igreja do século XVIII, com a fachada toda decorada em azulejos que datam de 1929. Não entramos porque estava tendo uma missa e não gostamos de entrar em igrejas nesses momentos, afinal nós só queremos ver a arquitetura do lugar, mas as pessoas que ali estão, querem ter seu momento de oração e merecem respeito.

Há poucos passos dali fica o Mercado do Bolhão, um mercadão com produtos frescos, artesanato, peixes, carnes, flores que lembram muito os mercados municipais do Brasil, como o de Ver o Peso, e o de São Paulo, por exemplo. Achei meio abandonado, mal cuidado, mas isso também é típico desses mercados né?



Descemos pela Rua Sá da Bandeira até a estação São Bento, local que vale uma paradinha para admirar os murais azulejados e a construção; fomos andando até a Torre dos Clérigos, uma igreja do século XVIII cuja torre pode ser visitada (4 euros), subindo seus mais de 220 degraus. Nós não subimos, mas é um ponto turístico importante da cidade.



A partir daí, fomos até a igreja da Sé (séculos XVII e XVIII), muito bonita e muito cheia também, pois é um grande cartão postal da cidade. Essa igreja fica próximo à ponte metálica de Luís I e do funicular que liga a parte alta da cidade ao Cais da Ribeira.




Andamos um pouco mais por perto da Sé, onde há uma parte preservada da antiga muralha medieval dos séculos XI e XII que protegia a cidade; um pouco mais distante encontra-se outra parte da muralha, conhecida como Muralha Fernandina, de 1376, com sua torre restaurada.




Voltamos ao centro para almoçar, encontramos um restaurante simplesinho, com uma senhora muito simpática para atender e preços muito bons.



Depois do almoço resolvemos nos perder um pouco pelas ruas estreitas, e chegamos novamente à torre dos clérigos e perto dali, ao prédio da Universidade do Porto. As ruas são de pedras lisas e irregulares, muitas subidas e descidas e muito estreitas, tome cuidado para não tropeçar e cair e use calçados muito confortáveis.