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domingo, 10 de junho de 2018

Lençóis Maranhenses e Barreirinhas


Lençóis Maranhenses e Barreirinhas

Criado em 1981, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um dos lugares mais incríveis que já visitamos.


Os Lençóis Maranhenses são o maior campo de dunas da América do Sul, com mais de 1500 km² de areias brancas que mudam todos os dias de acordo com os ventos. As lagoas formadas pela precipitação dão um colorido verde azulado à uma paisagem que parece estar viva.

A “base” para se visitar as dunas é a cidade de Barreirinhas, um lugarejo pitoresco às margens do rio Preguiça. Ficamos em uma pousadinha simples próxima ao centro, o que permitia caminhar a pé pela vila. Há alguns hotéis maiores, mas para chegar à vila é necessário pegar uma vã.

O clima é quente, com temperaturas médias anuais em torno dos 26°C. 

O período escolhido para a visitação ao parque é extremamente importante, o ideal é logo depois do período chuvoso (de fevereiro à maio), quando os lagos encontram-se cheios. No período de seca os lagos podem secar e uma grande parte da beleza do parque se perde.


Além de caminhar pelas dunas, tomar banho nas lagoas e ver o por do sol sentado na areia, uma forma incrível de admirar essa paisagem é fazendo um sobrevoo (acredito que essa é a melhor forma para se ter uma ideia do tamanho e da complexidade do local). 




A partir do aeroporto de Barreirinhas, você pode fazer um sobrevoo de avião, que leva por volta de 6 passageiros por vez (você pode dividir os custos com outras pessoas).







Nada como ver essas dunas e lagoas incríveis de cima!

Passeio pelo Rio Preguiça




Outro passeio super legal para se fazer na região é o tour de um dia navegando pelo rio Preguiça.







Partindo de Barreirinhas, um barco te leva até a foz do rio, parando no caminho para almoço e para conhecer o Farol Preguiças (ou Farol de Mandacaru).








Inaugurado em 1940, o farol tem por volta de 40 metros e fica na vila de pescadores de Mandacaru; logo que você desce do barco, você é cercado por crianças que começam a te contar a história do local, não adianta tentar dispensá-los, eles vão te seguir até a entrada do farol e vão esperar você sair para continuar, tudo em troca de alguns trocados.




São 160 degraus para chegar ao topo, mas vai valer a pena, pois a vista que se descortina é linda.














Na volta, ainda dá pra curtir o por do sol em Barreirinhas, um final perfeito para o dia.

Mesquita azul


Mesquita azul

O ano é 1606, o sultão Ahmed I decide construir uma enorme mesquita em Istambul. Uma mesquita para entrar na história, uma grande mesquita imperial que seria construída com recursos do tesouro, o que gerou críticas entre os estudiosos da época. A mesquita deveria ser construída em frente à Hagia Sofia (outra impressionante construção), exatamente para competir com a grandiosidade dela e do hipódromo. A construção finalmente foi iniciada em agosto de 1609 e finalizada em 1616.




Hoje ela é conhecida como a Mesquita Azul devido a sua coloração e é uma das mais belas construções turcas.










A arquitetura incorpora traços de origem bizantina e otomana, é uma obra harmônica e elegante. Possui 6 minaretes, o que foi considerado arrogante por copiar o número de minaretes da mesquita principal de Meca. O interior foi recoberto por mais de 20 mil azulejos, o piso é recoberto por ricos tapetes, substituídos periodicamente devido ao desgaste. Os vitrais coloridos deixam passar a luz do sol formando mosaicos lindos. É de uma riqueza de detalhes absurdo, uma vez em seu interior, o visitante não sabe para onde olhar primeiro, pois são incontáveis nichos e detalhes que merecem sua atenção.

A visita:

Para visitar uma mesquita é necessário respeitar algumas normas:



- as mulheres não devem estar vestidas com roupas curtas e devem obrigatoriamente estar com os cabelos cobertos por um lenço; caso não tenha um, há barracas ao lado dos portões de entrada que fornecem um tecido para esse fim (não adianta reclamar, se quiser entrar e admirar tamanha beleza, vai ter que cobrir os cabelos);






- os homens não podem estar vestidos com bermudas e camisas regatas, devem estar de calças compridas;



- todos devem tirar os sapatos ao entrar, respeitar os horários de orações e não fazer muito barulho.













Guardados esses pequenos cuidados, você irá ter o prazer de se maravilhar com tanta beleza, que um lenço nos cabelos é quase nada.

A entrada é gratuita.



Se for de metrô, desça na estação Sultanahmed e caminhe até a entrada.
Maiores informações: http://www.bluemosque.co/


quinta-feira, 31 de maio de 2018

Roteiro 1 dia em Istambul


Roteiro 1 dia em Istambul

Apenas um dia na bela cidade de Istambul é pouco para tantas atrações, mas é possível cobrir o básico de metrô:

- pegue o metrô e desça na estação Sultanahmet;

- caminhe até a Mesquita Azul, para contemplar o templo você vai dispensar talvez umas duas horas; lembre-se você vai precisar de um lenço na para cobrir os cabelos, então se não tiver, há um balcão onde mulheres distribuem lenços;


- após a visita, atravesse a praça e siga em direção à Hagia Sophia, uma construção que já foi igreja, mesquita e hoje é um museu (mais umas duas horas);



- atravesse a rua e encontre a Basílica da cisterna, (lembra-se do filme Inferno de Dan Brown?);

- desça pela rua até a região do porto que fica no Estreito de Bósforo e almoce ou tome um lanche numa das inúmeras cafeterias ou restaurantes dali;

- volte para o metrô e siga para a estação Beyazit-Kapaliçarsi



- faça compras e tome um café no famoso Grand Bazaar (fecha as 19 horas)

Lonavla


O que fazer em Lonavla?

Localizada a mais ou menos 60 km de Pune e 96 km de Mumbai, a cidade de Lonavla (ou Lonavala), no estado de Maharashtra, é um destino comum aos moradores de Mumbai e região que querem fugir do calor do litoral, já que é uma cidade cuja altitude mantem as temperaturas um pouco mais amenas. 

É pouco conhecida no ocidente, mas para o grupo que eu estava tinha uma importância impar, pois Lonavla é a sede do Instituto de Yoga Kaivalyadhama, onde assistiríamos a aulas e palestras sobre Yoga e Yogaterapia. Além desse instituto, ainda assistimos uma palestra excelente no Instituto de Yoga Lonavla, outro importante local para estudos do Yoga. Esse instituto recebe alunos regulares para certificação em yoga e yogaterapia. Maiores informações acesse o site: https://kdham.com/.




Caminhamos bastante pelo centro da cidade, próximo à estação de trens; é um lugar tipicamente indiano, com muita gente, carros, motos e vacas pelas ruas. Há algumas lojas de roupas e sáris, garimpando bem, você poderá achar bons preços e produtos.








Depois de vários dias tentando se adaptar aos sabores indianos, encontramos aqui um Mcdonald’s! um deleite hehehe, até meu professor que é todo “natureba” não resistiu a um lanchinho... não existe o hambúrguer tradicional de carne de boi, mas há lanches de frango, peixe e um grande cardápio vegetariano. Ao lado do McDonald’s tem um museu de cera pequeno, mas bem organizadinho.








Mas, tratando-se de turismo, Lonavla não tem grandes atrativos (como Delhi ou Rishikesh), mas mesmo assim é possível conhecer uns templos muito lindos.





Nós visitamos o Complexo de Karla Caves, um complexo de templos budistas escavados na rocha construídos provavelmente entre os séculos III e VI dC. A caverna principal inclui várias esculturas de homens, mulheres e animais, além de uma estupa na extremidade oposta à porta. Todas as esculturas foram realizadas na rocha bruta. Também faz parte do complexo uma série de salões utilizados pelos monges antigos para meditação.











Ao lado desse templo budista, foi construído um templo hinduísta que recebe uma grande quantidade de visitantes, não conseguimos entrar porque estava tendo uma celebração com uma quantidade imensa de pessoas.



As cavernas ficam no alto de uma colina e para acessá-la é necessário subir por uma escadaria com centenas de degraus, é cansativo, mas vale a pena. Nas escadarias há inúmeras barracas de comércio, onde se vendem de tudo, comidas, doces, lembrancinhas e outros badulaques.